Bom, eu não iria contar histórias minhas, mas como eu não defini totalmente a temática do blog e o fato ocorrido foi bem engraçado... vamos lá (:
Sábado de sol, aluguei um caminhão pra levar a galera.. ops, não. \Õ/
Em um belo sábado, que não era de tanto sol, estava eu indo para o cursinho linda & bela. Prevendo que o bilhete ficaria sem condução, roubei R$2,00 da minha mãe - é, eu estava me enganando ao pegar esse dinheiro e dizer que era supostamente pra condução.
Já estava atrasada - acordei no horário que eu deveria estar saindo de casa. Fui andando devagar até o ponto, pois já estava atrasada e nada mudaria esse fato. Cheguei no ponto hm, peguei o primeiro ônibus - no geral, são dois, mas resolvi pegar um até metade do caminho ao invés de esperar um que fosse direto até o terminal. Subi, sentei, li.
Enquanto eu estava lá tranquila, entrou um surdo - que eu já conhecia - para vender chaveirinhos. Eu, como sou uma boa pessoa, o que fiz? Comprei o chaveirinho que custava exatamente R$2,00. Eu estava constantemente olhando para trás, para ver se vinha o tal ônibus até o terminal. O surdo desceu e acabei pegando o mesmo bus que ele - não, eu não o estava perseguindo.
A título de curiosidade, resolvi olhar quanto tinha no bilhete: R$1,30. /FUUUUUUUUUUUUUU. A condução é R$1,50. Maldito! Falta R$0,20, o mínimo para carregar é R$2,00 e eu só tinha R$0,05. O que fazer? É nessas horas que você agradece por não ser filho de chocadeira. Esperei mamãe acordar, cheguei no cursinho e liguei para ela, implorando para que pedisse ao meu padrasto ou para o meu tio me buscar às 22:00 no cursinho. A resposta foi animadora:
-"Ah, Amanda, eu não sei se vai dar não. Pega dinheiro emprestado com alguém".
Na hora que eu liguei pra ela, já tinha pedido pra alguém me emprestar, mas como a gente almoça no cursinho, a gente nem leva dinheiro.
Eu já estava achando que ia dividir um banco de praça com alguém ou sair arrecadando fundos, quando minha mãe me liga novamente:
-"Amanda, não vai dar para ir te buscar no cursinho (/Fu). Pega um ônibus, vai até o terminal que a gente te busca lá".
#DESESPEROMODEON.
Peguei o tal ônibus, cheguei no terminal, mamãe não estava lá. Disse ao motorista que perdi o bilhete - eu teria dito a verdade, mas mamãe mandou dizer que perdi - e ele me deixou descer.
Encontrei mamãe, carreguei o bilhete.
Pensa que a história acaba aqui, né? É uma saga HAHA!
Domingo estava eu indo para o cursinho novamente - ver a palestra / debate / discussão / aula sobre Iracema.
Estava tudo certo: acordei no horário, tomei café, sai de casa no horário... mas para sair de casa no horário, digamos que eu fui terminando de me arrumar no meio da rua: colocando pulseiras e tals. Deixei meu bilhete único no bolso da calça - no mesmo bolso que eu perdi meu celular há uns tempos atrás. Próximo de casa, quando eu fui tirar o bilhete do bolso da calça e colocar na blusa, uma tragédia acontece: perdi o bilhete!
Voltei pra casa olhando todo o caminho, desesperada. Nada! Revirei minha casa e minha bolsa. Não dava mais tempo de ir para o cursinho #FIQUEIPUTA. Liguei na SPTrans para bloquear o bilhete. E quem disse que eu conseguia? Por volta de uma hora depois, minha vizinha grita no portão e me entrega o bilhete, dizendo que eu o havia perdido. Há quem diga que isso foi sinal para eu não ir para o cursinho - e eu não fui. Há quem diga que foi coincidência. Eu só sei que nada sei.
E assim se encerra a saga de única postagem do bilhete único.
Sábado de sol, aluguei um caminhão pra levar a galera.. ops, não. \Õ/
Em um belo sábado, que não era de tanto sol, estava eu indo para o cursinho linda & bela. Prevendo que o bilhete ficaria sem condução, roubei R$2,00 da minha mãe - é, eu estava me enganando ao pegar esse dinheiro e dizer que era supostamente pra condução.
Já estava atrasada - acordei no horário que eu deveria estar saindo de casa. Fui andando devagar até o ponto, pois já estava atrasada e nada mudaria esse fato. Cheguei no ponto hm, peguei o primeiro ônibus - no geral, são dois, mas resolvi pegar um até metade do caminho ao invés de esperar um que fosse direto até o terminal. Subi, sentei, li.
Enquanto eu estava lá tranquila, entrou um surdo - que eu já conhecia - para vender chaveirinhos. Eu, como sou uma boa pessoa, o que fiz? Comprei o chaveirinho que custava exatamente R$2,00. Eu estava constantemente olhando para trás, para ver se vinha o tal ônibus até o terminal. O surdo desceu e acabei pegando o mesmo bus que ele - não, eu não o estava perseguindo.
A título de curiosidade, resolvi olhar quanto tinha no bilhete: R$1,30. /FUUUUUUUUUUUUUU. A condução é R$1,50. Maldito! Falta R$0,20, o mínimo para carregar é R$2,00 e eu só tinha R$0,05. O que fazer? É nessas horas que você agradece por não ser filho de chocadeira. Esperei mamãe acordar, cheguei no cursinho e liguei para ela, implorando para que pedisse ao meu padrasto ou para o meu tio me buscar às 22:00 no cursinho. A resposta foi animadora:
-"Ah, Amanda, eu não sei se vai dar não. Pega dinheiro emprestado com alguém".
Na hora que eu liguei pra ela, já tinha pedido pra alguém me emprestar, mas como a gente almoça no cursinho, a gente nem leva dinheiro.
Eu já estava achando que ia dividir um banco de praça com alguém ou sair arrecadando fundos, quando minha mãe me liga novamente:
-"Amanda, não vai dar para ir te buscar no cursinho (/Fu). Pega um ônibus, vai até o terminal que a gente te busca lá".
#DESESPEROMODEON.
Peguei o tal ônibus, cheguei no terminal, mamãe não estava lá. Disse ao motorista que perdi o bilhete - eu teria dito a verdade, mas mamãe mandou dizer que perdi - e ele me deixou descer.
Encontrei mamãe, carreguei o bilhete.
Pensa que a história acaba aqui, né? É uma saga HAHA!
Domingo estava eu indo para o cursinho novamente - ver a palestra / debate / discussão / aula sobre Iracema.
Estava tudo certo: acordei no horário, tomei café, sai de casa no horário... mas para sair de casa no horário, digamos que eu fui terminando de me arrumar no meio da rua: colocando pulseiras e tals. Deixei meu bilhete único no bolso da calça - no mesmo bolso que eu perdi meu celular há uns tempos atrás. Próximo de casa, quando eu fui tirar o bilhete do bolso da calça e colocar na blusa, uma tragédia acontece: perdi o bilhete!
Voltei pra casa olhando todo o caminho, desesperada. Nada! Revirei minha casa e minha bolsa. Não dava mais tempo de ir para o cursinho #FIQUEIPUTA. Liguei na SPTrans para bloquear o bilhete. E quem disse que eu conseguia? Por volta de uma hora depois, minha vizinha grita no portão e me entrega o bilhete, dizendo que eu o havia perdido. Há quem diga que isso foi sinal para eu não ir para o cursinho - e eu não fui. Há quem diga que foi coincidência. Eu só sei que nada sei.
E assim se encerra a saga de única postagem do bilhete único.
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